Depoimentos

“Entre 1935 e 1937 isso aqui era uma região absolutamente despovoada. A cidade terminava mais ou menos na Praça da Árvore. Ali começava o campo.

Era território do Cantarella – o grande proprietário – ele era um italiano. Então, da Praça da Árvore prá lá, até Congonhas, era dele. Tinham casas na direção do Aeroporto – nessa proporção iam diminuindo o número de casas, de moradias de gente geralmente modesta, operários…

E lá prá cima, era uma mata horrível! Havia chácaras também. Uma delas era essa chácara dos Rocha Miranda, que era enorme. Tinha também uma olaria já para o lado que ia a Santos. Hoje tem um nome que não me lembro mais”.

(Benedito J. Duarte, em depoimento à Biblioteca Paulo Duarte e
Jornal SP Zona Sul, na década de 1980, para elaboração de
Exposição sobre a história do Jabaquara)