Consultor em Lisboa valoriza relações com comunidade aprendidas na escola

O período escolar é sempre um celeiro de memórias para a vida de qualquer pessoa. Não é diferente para o advogado Osvaldo Castellano, que estudou na década passada na Escola Nossa Senhora das Graças, que este ano está celebrando seus 60 anos de existência.  

Fundada em setembro de 1958 pela educadora Lucy Nieman, a escola está celebrando as seis décadas recontando a própria história, resgatando a história do bairro que a abriga e também valorizando a trajetória de alunos que passaram por lá, como Castellano.  Hoje,  Castellano atua especialmente em consultoria na cidade de Lisboa, capital Portuguesa, onde vive. Mas, lembra-se da região do Jabaquara com detalhes e, claro, pitadas de nostalgia…

“É difícil falar sobre alguma lembrança única e marcante na minha história na escola. Os anos que passei lá marcaram a minha vida em tudo”, resume. 

“Acredito que a minha relação com a comunidade foi algo que acrescentou demais”, diz, ressaltando essa relação estreita que a história da escola tem com o próprio bairro e comunidade do entorno. “A Cidade Vargas pra mim é muito memorável. Ia embora caminhando até o Metrô sempre achando que estava no interior de São Paulo”, completa.

Em Lisboa, o jovem advogado de 26 anos já atua desde 2016 como sócio em duas empresas: uma focada em investimentos, a GIRO Investshop; e outra em planejamento imigratório, a Nascimento & Castellano – Consulting Partners. Contribuir com a autonomia de clientes que querem se estabelecer em Portugal, portanto, é o foco da atuação de Castellano.

Em síntese, Oswaldo presta consultoria em quem pretende mudar para Portugal, com consultoria em imigração, busca de imóveis e investimentos no mercado imobiliário, obtenção de cidadania para descendentes de portuguees, homologação de sentença estrangeira, obtenção de documentos em Portugal, regularização de imigrantes, revalidações de diplomas e inscrição de profissionais nos respectivos órgãos de classe de Portugal.

Para ele, sua formação escolar o tornou o profissional que é hoje “A promoção que o corpo docente da escola realiza, agregando a escola com bairro, cidade e, principalmente, com os próprios alunos, me tornou uma pessoa mais tolerante e aberta para com as diferenças na sociedade”, diz.

Ele avalia que a educação se faz não só pelo conteúdo em sala de aula, mas também por essa vivência, por proporcionar momentos de relacionamento com outros alunos, corpo docente e  toda comunidade. “Acho que a história mais emblemática pra mim foi o dia que eu e mais alguns colegas, literalmente tomamos um banho na horta da escola. Era o último dia de aula no terceiro ano e resolvemos tomar um banho de mangueira na horta da escola”, diverte-se. “A Lica, obviamente, ficou maluca e ligou para todas as mãe buscarem todos nós na escola. Minha mãe na época não podia sair do trabalho, disse pra Lica me deixar na escola secando e depois me mandar pra casa. Rimos disso até hoje”, relembra, destacando a atuação sempre presente, atenta, firme mas ao mesmo tempo doce da diretora pedagógica Eliane Kattur Nieman Mello, a Lica. 

Oswaldo e sua turma na Escola Nossa Senhora das Graças, na década de 1990. Lá, as lições sobre cidadania e bons relacionamentos com a comunidade foram ensinadas

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